O BOM DO CONHECIMENTO HOJE, É QUE MÓVEL
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O bom do conhecimento é que é móvel e transferível. Pertence-lhe, não ao seu empregador ou ao Estado. E é hoje altamente vendável.
Com um potencial mercado para a educação contínua a abranger cerca de 40% da típica força de trabalho dos países desenvolvidos, as instituições convencionais já não chegam.
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São demasiado caras e insuficientemente acessíveis em termos físicos. Na Califórnia do Sul, onde dou aulas, as auto-estradas estão entupidas.
As pessoas que têm família e que trabalham o dia todo não podem perder tanto tempo para chegar a uma escola tradicional. Precisam de formas de aprendizagem acessíveis e flexíveis. As universidades já estão a colocar os seus melhores professores em cursos na Internet.
Eu próprio já criei 10 programas de ensino que estão a ser comercializados na Web.
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Os estudantes podem aceder a este material a partir de casa, quando lhes for mais conveniente. Ou os programas podem ser digitalizados e enviados para centros de aprendizagem por satélite, onde pequenos grupos de estudantes se encontram
depois do trabalho.
Imagine o potencial do ensino on-line para os países mais pobres. Assumindo que os seus governantes não tentem controlar o conteúdo e os sistemas de distribuição da Internet, as pessoas poderão aceder aos melhores cérebros e à mais valiosa informação dos países
desenvolvidos, sem o custo de construir grandes universidades. Jovens ambiciosos poderão receber uma educação de primeira sem saírem de casa lidando com o problema da emigração de investigadores e cientistas, que aumentou a lacuna entre os países ricos e pobres.
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O ensino on-line, porém, não é só eficiente em termos de tempo e custo. A interatividade da educação on-line, a sua facilidade de misturar gráficos e imagens com a palavra falada, dá-lhe uma vantagem em relação à sala de aula. Com a interatividade da Internet, obtemos o equivalente de uma proporção professor/estudante de um para um. Grupos de discussão e de estudo podem
facilmente ser formados por todo o mundo para discutir como melhor aplicar idéias globais aos negócios, à saúde ou a outras organizações.
Resumindo: os meios estão finalmente disponíveis para aumentar a produtividade na educação.
Julgando pela experiência histórica, a nova educação contínua on-line dos já altamente educados não substituirá a educação tradicional. Novos canais de distribuição são tipicamente complementares. A televisão, por exemplo, não ditou a morte da rádio, das revistas ou
dos livros levou a maior parte do crescimento, mas os outros continuaram a crescer e a prosperar. A formação contínua on-line está a criar uma nova e distinta realidade educacional que será o futuro da educação. Aqui existe um mercado que poderá valer milhões de dólares.
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PROF. PETER DRUCKER
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Peter Ferdinand Drucker, nascido em 1909, na Áustria, principal pensador empresarial e da Administração. Escreveu praticamente sobre tudo que os executivos fazem, pensam e enfrentam. o professor que cunhou o termo management.
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O pai da gestão trabalhou como jornalista em Londres, antes de ir para os EUA, em 1937. Escreveu o primeiro livro, Concept of the Corporation, em 1946, baseado nos seus estudos sobre a GM. Mas The Pratice of Management (1954) inventou a gestão
como disciplina.
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Drucker dividiu o trabalho dos gestores em seis tarefas: definir objetivos, organizar, motivar, comunicar, controlar, formar e motivar pessoas. Além de cunhar idéias como as da privatização e da gestão por objetivos, lançou o profético
livro The Age of Discontinuity (1969), onde anunciou a chegada dos trabalhadores do conhecimento. Nos últimos anos, tem estudado o tema da gestão de organizações não lucrativas. .
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Peter F. Drucker
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biblioteca exclusiva do professor