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a história de Karol JOSEF Wojtyla - João Paulo II .
Nenhuma pessoa poderia prever na época, a altura que iria chegar este montanhista, mesmo que desde jovem tenha mostrado que subir o máximo e chegar o mais perto possível, era seu destino...
Filho de Karol Wojtyla um destacado oficial do exército austro-húngarow e do exército nacional Polaco e de Emília Kaczorowska, de origem Lituana, professora de escola, mulher religiosa e entregue a educação dos filhos e cuidados do lar. . .
Por este motivo Karol aos 19 anos começa a procurar trabalho para obter a credencial que lhe permitiria não ser deportado ou enviado a um campo de prisioneiros.
Ficou trabalhando por mais de dois anos como obreiro, batendo marreta para retirar minério. Em 1942 seus chefes o trasladam para a área das caldeiras e logo para uma das plantas depuradoras.
Os cristãos praticantes eram especialmente vigiados pela polícia secreta. Religiosos, sacerdotes, freiras e monges eram detidos por qualquer pretexto ou suspeita, porque se lhes conhecia como fortes incentivadores da justiça e da irmandade, o que poderia desestabilizar o regime nazista. Foi nesse momento que Karol em companhia de seus amigos e companheiros de trabalho, começam a participar de forma ativa de um projeto clandestino.
Logo, um novo fato viria a entristecer a vida de Karol. No inverno de 1941, seu Pai caia doente e poucos meses mais tarde viria a falecer. Desde esse momento, passou a viver com uma família conhecida do seu povo natal e que nesse momento moravam em Cracóvia. Aí mesmo viria a conhecer outra família honorável a qual lhe tomaria uma afeição muito especial e a mesma de forma inversa. . E justo nesta época que Karol faz grandes amizades. Um dos membros desta família, era a senhora Irena, a mãe deles. Karol se dirigia carinhosamente a ela, chamando-a de Avó. Segundo contam, foi a ela quem Karol contou os seus planos, entre eles sua principal ambição:
Sua vida segue sendo aparentemente a mesma, mas no fundo tudo havia mudado. Continua trabalhando na fábrica, mas alterna seu trabalho e atividades com estudos de filosofia, teologia, religião, grego e latim. Assim se passaram os anos. O trabalho e o estudo eram pesados, mas coisas mais pesadas e difíceis estavam por vir.
Muitos amigos de Karol haviam se escondido. Outros haviam fugido. Ele havia ficado em casa. E acontece que numa noite a polícia nazista entrou em sua casa. Karol havia se refugiado na cozinha. Foi o primeiro lugar que lhe havia ocorrido. Ali entraria com o medo de todo homem e ser humano, mas com fé suficiente de sair com a graça e ajuda de Deus. Prostrado no chão, rezando fervorosamente e com a fé no Divino Salvador, Karol passaria esta dificílima prova. Os nazistas registraram tudo:
No dia seguinte o cardeal Sapieha lhe enviou um recado dizendo que se apresentasse no arcebispado e permanecesse ali até terminar a perseguição. Karol obedece e pede um favor muito especial a senhora Irena:
Em princípios de 1945, a Cracovia é liberada pelos russos da ocupação nazista e o cardeal Sapieha abre novamente o seminário onde Karol prossegue os seus estudos. E logo o desejo tão esperado se torna realidade, em 1º de setembro de 1945, Karol era ordenado sacerdote. Tinha 26 anos de idade. . A situação do pós guerra o obriga a se mudar para Roma, pois os seminários polacos haviam ficado sem professores. O padre Karol estudaria Teologia e outras disciplinas próprias de sua carreira religiosa. Aprenderia com grande maestria o grego e o latim, a parte de outros idiomas mais comuns como o italiano (por ser o idioma de casa);o francês, como um segundo idioma; e o inglês por ser um idioma convencional.
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O carisma de Karol já se sentia desde então. O padre Wojtyla começava a dar aulas às quais eram bastante concorridas. Suas aulas além de serem interessantes eram muito divertidas. Os alunos o queriam muito e o chamavam Wuj Karol, que significa "Tio Karol". A verdade é que o nosso personagem fazia das suas. Sabia como atrair a atenção, animar as pessoas, demonstrar com o exemplo, ensinar de maneira sensível, sem bandagens ou ataduras. Ia diretamente ao ponto com delicadeza e doçura.
As palestras que o padre Wuj Karok realizava eram muitos amenas. Falava em uma linguagem sumamente compreensível, não tratava de renegar ou criticar por erros cometidos. Colocava o Evangelho tal qual como era, enquanto que com a vida cotidiana fazia brincadeiras e piadas... Tratava de estar entre os jovens, aproximava-se deles para saber de suas inquietudes, faze-los meditar e dar-lhes conselhos. .
As vezes caminhava vários quilômetros a fim de estar mais próximo de seus fiéis e enfermos. Outras vezes percorria várias distâncias de trem dormia nos vagões e na manhã seguinte dava uma palestra em alguma cidade distante, e nesse mesmo dia voltava a sua cidade base. . Em 1º de julho Karol Wojtyla é nomeado bispo auxiliar da cidade de Cracóvia. Tinha 38 anos, tornando-se assim o prelado mais jovem da Polônia. Tinha muito trabalho pela frente e mais estava se acumulando, pois o arcebispo estava muito doente.
Primeiro arcebispo, logo cardeal ao morrer o arcebispo da Cracóvia, cardeal Sapieha. Karol Wojtyla fica à frente da arquidiocese deste lugar. Primeiramente como vigário capitular (1962), e mais tarde, em 13 de janeiro de 1964, como Arcebispo titular, nomeado pelo Papa Paulo VI. Corria então na Polônia grande ferveção religiosa. Celebravam o primeiro milênio de sua conversão ao cristianismo. Karol e os demais bispos convidam a Paulo VI a clausura dos atos religiosos a celebrar no Santuário de Nossa Senhora de Czestochowa (lugar onde se encontra a Virgem Negra, tão querida pelo Papa -Juan Pablo II).
Não é senão até 1967 em que Karol Wojtyla é nomeado cardeal. Muitos eram os méritos do jovem prelado para receber tal distinção. Sua entrega aos jovens, seu amor pelos enfermos, aos anciões, aos necessitados, as crianças e aos desamparados lhe valeram muitos votos. Era um homem com o coração entregado totalmente ao Senhor. O Cardeal Wojtyla receberia uma prova de fogo. Tratava-se de um encargo extraordinário:
Vem o falecimento de Paulo VI e lhe segue o Papa do sorriso, Albino Luciano, Juan Pablo I. Wojtyla, já o conhecia e havia declarado sobre ele:
Pouco duraria seu reinado, 33 dias depois Juan Pablo I falecia vítima de um infarto no miocárdio, em 28 de setembro de 1978. Alguns diriam que havia sido uma conspiração. Um Papa no italiano e logo acontece o que ninguém esperava. Depois de 455 anos de tradição um Papa não Italiano chegava a ser o Vigário de Cristo na Terra. Tratava-se de um cardeal vindo de terras distantes, da Polônia e cujo nome era Karol.
Um homem que tem vivido e tem sabido ser fiel a seus princípios. Um homem que tem sabido se aproximar a todos por igual sem fazer distinções de classes, ideologia ou princípios políticos. Juan Pablo II, o peregrino da paz, Sumo Pontífice e Vigário de Cristo.
Sua Santidade o Papa João Paulo II |
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